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sábado, 13 de setembro de 2025

POR LU CANDIDO :: 

Setembro Amarelo: urgência de olhar além da cor das campanhas superficiais que não enfrentam as questões sociais do sofrimento

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

POR LU CANDIDO :: 


Desculpem-me, não sei se vou aguentar a pressão. Infelizmente sou muito fraca. Não vou ter estrutura para viver muito tempo esta situação. Prefiro morrer. Eu quero morrer.
Cachoeirinha, 6/7/1998, segunda-feira, 8h20

Apesar de tudo que está acontecendo, eu não quero morrer. Eu quero muito viver. Quero me encontrar para poder viver de verdade. Se não der, tudo bem. Não tenho este apego à vida que todo mundo tem. Mas, por enquanto, tenho esta ânsia por descobrir como viver.
São Paulo, 6/9/2018, quinta-feira, 12h29

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

POR CAROL CANDIDO :: 

Morrer de trabalhar tem sido cada vez mais literal.

Condições inadequadas de trabalho, precarização, relações abusivas e opressoras, assédio, sobrecarga e tantos outros fatores vêm prejudicando a saúde mental dos trabalhadores. O pior: tudo isso pode levar à ideação suicida e ao próprio suicídio em função do trabalho.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) preparou um folheto do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio para 2020. Leia abaixo ou baixe o PDF (em inglês).

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

POR QSPMSP :: 

O suicídio é uma epidemia que mata em silêncio. Infelizmente e apesar dos números, ainda é um tabu. É pesado e difícil, é verdade. Mas temos de encará-lo. Para isso, é preciso conhecer e entender.

sábado, 6 de abril de 2019


POR LU CANDIDO ::
Quando penso nos primeiros dias de abril de 1994, é como se tivesse sido em outra vida. Não foi uma figura de linguagem: é um sintoma. O resto é bobagem: só temos uma vida, esta que vivemos aqui e agora. Isso vai fazer sentido mais adiante.


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

POR LU CANDIDO :: 
A notícia é velha, mas isso não é relevante. Eu poderia falar sobre vários casos famosos ao longo dos séculos. O mais recente e que me abalou de verdade foi o de Chris Cornell, ex-Soundgarden e ex-Audioslave, no dia 17 de maio. Mas foi o de Robin Williams, em 2014, que me levou a este texto. Por quê? Provavelmente por ter acontecido depois de minhas conversas mais íntimas com a morte. E porque fui instigada a pensar sobre o caso.


Já que não consegui escrever o artigo que queria sobre a série, vou deixar aqui alguns comentários. Confesso que estou com medo de ser irresponsável... Aceito ser repreendida e criticada. Contém spoiler.